
Os raios, relâmpagos e trovões são os componentes de uma tempestade elétrica. A visão luminosa de uma descarga cintilante deixa maravilhados os que a vêem à distância, e alimenta mitologias. No entanto, trata-se de uma beleza perigosa. Em um momento qualquer do dia, cerca de duas mil tempestades elétricas podem ocorrer simultaneamente, o que significa que a superfície do planeta é golpeada por uma imensa quantidade de raios. Um site da Internet fala de cem por segundo. Então, não é um fenômeno alheio à existência sobre a Terra, mas é misterioso. Embora em tempos modernos se possa intuir a presença de uma descarga elétrica nessas iluminadas centelhas, poucos conhecem sua origem.
O ponto de partida é uma luta entre forças elementais, que no caso da eletricidade são partículas negativas e positivas. Os raios, que são as descargas, são produzidos no interior das nuvens, entre diferentes nuvens, e mais visivelmente entre as nuvens e a terra. A carga negativa que costuma existir nas nuvens reage com as cargas positivas da superfície terrestre. Primeiro, vem o raio, que é a descarga original da nuvem, e, em seguida, o relâmpago a ilumina na descarga de retorno. Depois chega o som, o trovão.
A exploração do mundo das tempestades elétricas na Internet permite encontrar numerosos sites dedicados a explicar este fenômeno, a mostrar fotos, a investigá-lo desde o espaço, a prevê-lo. Entretanto, são muitos aqueles que tratam dos perigos dos raios. Embora as probabilidades de ser acertado por um sejam muito pequenas, provocam mortes. Nos Estados Unidos, falecem 90 pessoas por ano, mais do que as vítimas de furacões ou tornados. E os sobreviventes, que são a maioria, podem ficar com seqüelas físicas ou emocionais.
O ponto de partida é uma luta entre forças elementais, que no caso da eletricidade são partículas negativas e positivas. Os raios, que são as descargas, são produzidos no interior das nuvens, entre diferentes nuvens, e mais visivelmente entre as nuvens e a terra. A carga negativa que costuma existir nas nuvens reage com as cargas positivas da superfície terrestre. Primeiro, vem o raio, que é a descarga original da nuvem, e, em seguida, o relâmpago a ilumina na descarga de retorno. Depois chega o som, o trovão.
A exploração do mundo das tempestades elétricas na Internet permite encontrar numerosos sites dedicados a explicar este fenômeno, a mostrar fotos, a investigá-lo desde o espaço, a prevê-lo. Entretanto, são muitos aqueles que tratam dos perigos dos raios. Embora as probabilidades de ser acertado por um sejam muito pequenas, provocam mortes. Nos Estados Unidos, falecem 90 pessoas por ano, mais do que as vítimas de furacões ou tornados. E os sobreviventes, que são a maioria, podem ficar com seqüelas físicas ou emocionais.
